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Cabelos geométricos são a tendência da vez nas passarelas e tapetes vermelhos

  • Foto do escritor: Me. Hair Salon
    Me. Hair Salon
  • 28 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 5 de mai. de 2025





“Você está na fila para aparar o cabelo ou para o desfile?”, pergunta a criadora de conteúdo Emma Winder para uma modelo no backstage do primeiro desfile da marca britânica SRVC Studio em um vídeo no Instagram. No fundo, o que se escuta são os ruídos de máquinas de barbear misturados ao burburinho pré-show. É que o hairstylist Ali Pirzadeh e seu time faziam os ajustes finais para alinhar os fios das franjas afiadas e geométricas que cobriam metade do rosto de todas as modelos da apresentação. Cabelos trançados, cacheados, lisos, todos ganharam o corte “na régua”.


Das labels subversivas, como Enfants Riches Déprimés e Kiko Kostadinov, às vanguardistas Rabanne e Tod’s, os desfiles que inundaram os nossos feeds na última temporada de moda martelaram a mesma ideia: traços polidos e geométricos são a aposta capilar da vez. O bob tradicional encurtou até a linha da orelha, com base sólida como uma escultura, na Diesel. As franjas curtíssimas perderam o ar de “garota vegana” e voltaram às raízes à la Mary Quant na Sandy Liang. O despojado dá lugar a uma estética mais rígida, de precisão quase cirúrgica – até os baby hairs da Dior foram transformados em estruturas geométricas, colados à pele como grafismos futuristas.


Para as devotas da beleza, o movimento é um divisor de águas. “Acabamos de passar por um momento em que os cabelos foram muito repicados, abraçavam o frizz natural. Os geométricos são um contraponto a isso, eles têm uma estética mais dura e minimalista, que necessita de retoque de corte pelo menos a cada 20 dias”, explica o hairstylist Celso Kamura. “E acredito que a geração mais nova de cabeleireiros seja responsável por isso. Tenho acompanhado o movimento deles em busca de técnicas que o hairstylist Vidal Sassoon ensinava nos anos 1970, 1980, um cabelo mais cheio, com formas geométricas, assimétricos ou não, mais polidos.”



Fonte: Vogue


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